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segunda-feira, 24 de março de 2014

Polícia tenta identificar quem deixou partes de corpo no Centro de SP

Sacos plásticos foram encontrados no entorno do Cemitério da Consolação.
Vítima não havia sido identificada até a manhã desta segunda-feira (24).
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo tenta encontrar o suspeito de abandonar partes de um corpo no entorno do Cemitério da Consolação, em Higienópolis, região central da cidade. Os sacos plásticos, achados no domingo (23), estavam em três esquinas da região.
Segundo os policiais que recolheram os sacos, aparentemente trata-se do corpo de um homem, mas ainda não foi possível identificar a vítima, já que as pontas dos dedos foram cortadas e não é possível comparar as impressões digitais. Parte da pele do tórax também foi removida. Além disso, em um dos sacos, havia um vestido.

segunda-feira, 17 de março de 2014

'Estava com a perna em carne viva', diz amigo de mulher arrastada no Rio

Cláudia da Silva Ferreira foi baleada no Morro da Congonha, em Madureira.
Policiais a colocaram no porta-malas da viatura para levá-la ao hospital.
Os três policiais militares que socorreram Cláudia da Silva Ferreira, de 38 anos, no Morro da Congonha, em Madureira, no Subúrbio do Rio, estão presos, como mostrou o Bom Dia Rio nesta segunda-feira (17). A auxiliar de serviços gerais morreu depois de ser atingida por bala perdida durante operação policial de combate ao tráfico de drogas na região. Testemunhas contaram que Cláudia foi colocada no porta-malas do carro da polícia para ser levada ao hospital. No entanto, durante o trajeto, o porta-malas abriu e o corpo da auxiliar de serviços caiu, sendo arrastada pela rua. A PM abriu um inquérito para investigar os fatos.




quinta-feira, 13 de março de 2014

Polícia ocupa Vila Kennedy, no Rio, para instalação de UPP

Secretaria de Segurança diz que comunidade foi ocupada em 20 minutos. 
Não houve resistência e nenhum tiro foi disparado, diz a polícia.

O chefe de Estado Maior Operacional da Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel Paulo Henrique Moraes, informou que, por volta das 6h desta quinta-feira (13), a Vila Kennedy, onde será instalada a 38ª UPP do Rio, estava ocupada pelas forças de segurança. Segundo a Secretaria de Segurança, a comunidade, na Zona Oeste, foi ocupada em 20 minutos sem resistência ou disparo de tiros. Até as 7h45, três pessoas tinham sido detidas - duas procuradas e outra em flagrante.




quarta-feira, 19 de junho de 2013

PM admite excesso de policial que atacou mulher com spray de pimenta

Policial joga spray de pimenta em manifestante no Rio de Janeiro (Foto: Victor R. Caivano/AP)
O coronel Frederico Caldas, relaçõespúblicas da Polícia Militar do Rio de Janeiro comentou, em entrevista ao Bom Dia Rio desta quarta-feira (19), sobre a ação de um policial da Tropa de Choque queatacou uma mulher com spray de pimenta enquanto ela circulava pela Praça XV na noite de segunda-feira (17). Segundo ele, houve excesso por parte do policial.
"A gente percebe que há um excesso, principalmente, por se tratar de uma mulher sozinha e dois policiais. Não justifica absolutamente dois policiais terem esse tipo de comportamento. Agora a gente tem que analisar o contexto também. Não só em relação a esse fato em si, mas toda a mobilização dessas pessoas. Por parte de alguns manifestantes, há uma postura de absoluta hostilidade, muitos deles atacando aos policiais, é claro que nesse caso não, mas de um modo geral, oemprego da tropa da Polícia Militar tem sido em situações extremas", explicou!


Protestos no Brasil - Ao vivo!!!

PM admite excesso de policial que atacou mulher com spray de pimenta na noite de segunda-feira (17) no Rio. "A gente percebe que há um excesso, principalmente, por se tratar de uma mulher sozinha e dois policiais. Não justifica absolutamente esse tipo de comportamento. Agora a gente tem que analisar o contexto também", diz o coronel Frederico Caldas, relações públicas da corporação.


terça-feira, 18 de junho de 2013

Imagens mostram destruição dentro da Alerj após confronto no Rio

 
A manifestação com mais de 100 mil pessoas que aconteceu no Centro do Rio nesta segunda-feira (17) foi pacífica durante quase três horas, até que uma minoria começou a violência. Um pequeno grupo subiu a escadaria da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) empurrando grades e tacando objetos contra policiais militares, que se refugiaram no local — conforme mostram imagens do Jornal da Globo. No início da madrugada desta terça (18), a Assembleia exibia um rastro de destruição, com vidraças quebradas e extintores de incêndio espalhados no chão.
"Tentaram invadir (a Assembleia). Tacaram coquetel molotov e cabeça de nego", explicou o estudante Rafael Lopes, um dos muitos jovens presentes na manifestação.
Na Alerj, cerca de 70 policiais militares se protegeram do ataque. Móveis ficaram destruídos e, no final da noite, policiais realizavam perícia na fachada e no interior do local. O hall de entrada ficou destruído, com extintores de incêndio espalhados pelo chão, além de cocos e pedras que quebraram vidraças.
Fora da Alerj, parte daquele grupo ateava fogo em tudo que viam pela frente. Policiais davam tiros para o alto."Não é destruindo a cidade que a gente vai conseguir o que a gente quer", opinou a estudante Julia Vieira. Com a chegada de reforço policial, alguns dos integrantes do grupo que depredaram a Alerj tentaram fugir. Dez foram presos.



Policiais atiram com fuzil durante manifestação no Centro do Rio

 
O protesto que aconteceu no Centro do Rio com mais de cem mil pessoas no final da tarde de segunda-feira (17) teve um desfecho de guerra. Manifestantes picharam prédios públios e empresas, quebraram vidros, depredaram agências bancárias e chegaram a agredir alguns policiais militares, que revidaram com tiros para o alto, inclusive de fuzil, como mostrou o Bom Dia Rio desta terça-feira (18).
Treze policiais militares se refugiaram em uma agência bancária para não serem agredidos pelos manifestantes. Um grupo que não queria violência teve que conter outro, que saqueou o banco e tentou agredir os policiais. Parte dos manifestantes também subiu a escadaria da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) empurrando grades e jogando objetos em policiais militares, que se refugiaram no local.
A manifestação com mais de cem mil pessoas ocorreu na tarde de segunda-feira (17) foi pacífica durante quase três horas, até que uma minoria começou a violência.



Vídeo mostra ataque de grupo contra PMs no Centro do Rio de Janeiro


 
A manifestação que reuniu cerca de cem mil pessoas no Centro do Rio, na segunda-feira (17), contra o aumento de R$ 2,75 para R$ 2,95 nas passagens e para protestar contra os gastos públicos com a Copa do Mundo foi pacífico ao longo de quase três horas. À noite, no entanto, um grupo menor ateou fogo e depredou prédios históricos, como a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e o Paço Imperial. Eles empurraram grades e jogaram objetos contra policiais militares, que se refugiaram no local e reagiram.
Pelo menos 27 pessoas, entre manifestantes e policiais, foram feridos. Durante o tumulto, cerca de 80 PMs se refugiaram no prédio da Alerj. O grupo saiu apenas com a chegada do Batalhão de Choque. Uma tropa da PM reforçou a segurança do prédio durante a madrugada. Dez pessoas foram presas.
Imagens exclusivas obtidas pelo "Bom Dia Rio" mostram o momento em que os policiais foram atacados pelos manifestantes e se esconderam na Assembleia, conforme reportagem exibida na manhã desta terça (veja o vídeo acima).



sábado, 16 de março de 2013

Mudanças são necessárias para garantir governabilidade, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff afirmou neste sábado (16), durante cerimônia de posse de três novos ministros de seu governo, que mudanças são necessárias para garantir a governabilidade. A troca no ministério foi feita para atender pedidos de PMDB e PDT.

"Não acredito que seja possível esse país ser dirigido sem essa visão de compartilhamento e de coalizão. Eu aprendi que numa coalizão você tem que valorizar as pessoas que contigo estão. Parceiros da luta", disse Dilma, ao agradecer os ministros que deixaram o governo.

A presidente deu posse ao deputado Antonio Andrade (PMDB-MG), que assumiu o Ministério da Agricultura no lugar de Mendes Ribeiro (PMDB-RS). O secretário-geral do PDT, Manoel Dias, substituiu o também pedetista Brizola Neto (RJ) no Ministério do Trabalho. Na Secretaria de Aviação Civil, o atual ministro de Assuntos Estratégicos, Moreira Franco (PMDB-RJ), assumiu em substituição a Wagner Bittencourt.  Leia mais

terça-feira, 12 de março de 2013

Varanda da Basílica de São Pedro está pronta para 1ª bênção papal


Dom Angelo Sodano, cardeal decano da Igreja Católica, apelou pela "colaboração" e pela "unidade" dentro da Igreja, nesta terça-feira (12), durante a missa Pro Eligendo Pontifice, que abre o conclave que vai eleger o sucessor do Papa Bento XVI.
Todos os cardeais presentes em Roma, eleitores ou não, participam na cerimônia, uma das mais intensas dos últimos anos. Eles entraram na Basílica de São Pedro com semblante sérioe concentrado.
Ele exortou os cardeais a "colaborar para edificar a unidade da Igreja" e "cooperar com o sucessor de Pedro".
"Estamos convocados a cooperar com o Sucessor de Pedro, fundamento visível de tal unidade eclesiástica', afirmou o influente cardeal.  Leia mais

quarta-feira, 6 de março de 2013

Cortejo fúnebre de Hugo Chávez toma ruas da capital da Venezuela

O cortejo fúnebre do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que morreu de câncer na terça, aos 58 anos, toma as ruas da capital do país, Caracas, nesta quarta-feira (6).

O caixão com o corpo do presidente morto pelo câncer, coberto com a bandeira venezuelana, deixou o hospital militar em Caracas rodeado de parentes, autoridades do governo e milhares de servidores.
A mãe do controverso líder, Elena Frías, chorava apoiada ao caixão, ao som do hino nacional da Venezuela.

Após uma breve oração, o caixão foi colocado em um carro fúnebre e iniciou uma lenta marcha pelas ruas de Caracas, protegido por membros da Guarda de Honra.

O vice-presidente Nicolás Maduro, vestido com um casaco esportivo com as cores venezuelanas, avançava na frente do carro, junto ao presidente boliviano, Evo Morales.

terça-feira, 5 de março de 2013

Morre Hugo Chávez, o líder que mudou a história da Venezuela



O presidente venezuelano Hugo Chávez, de 58 anos, que lutava contra uma severa infecção respiratória após ter passado por uma delicada quarta cirurgia contra um câncer, não resistiu e morreu nesta terça-feira (5) em Caracas às 16h25 (18h55 em Brasília). A informação foi oficializada pelo vice-presidente, Nicolás Maduro, em pronunciamento na TV.

A morte do polêmico e midiático líder lança uma nuvem de incertezas na política do país, já que Chávez não chegou a ser empossado para seu quarto mandato presidencial, que começou em janeiro deste ano. O país deverá convocar novas eleições em um mês.

Polêmicas marcaram a carreira política de Hugo Chávez

Com morte da Chávez, Venezuela deverá ter novas eleições em 30 dias

Chávez esteve à frente do governo venezuelano por quase 14 anos, período em que reduziu as desigualdades sociais no país, com uma forte política assistencialista, baseada nas maiores reservas de petróleo do mundo.

Por outro lado, deixa um país com violência e inflação em alta, além de uma sociedade radicalmente dividida entre militantes apaixonados e opositores enfurecidos.

Hugo Rafael Chávez Frías nasceu em 28 de julho de 1954, no Estado interiorano de Barinas. O jovem ativista entrou para a carreira militar em 1971 e, em 1975, formou-se na Academia Militar da Venezuela como subtenente, especialista em comunicações, além de ter estudado ciências políticas na Universidade Simón Bolívar.

Vice da Venezuela afirma que câncer de Chávez foi um ataque dos inimigos

Chávez passa por seu pior momento desde que foi operado, diz Maduro

Em 1982, ele criou o Exército Bolivariano 200, que, em 1989, passou a se chamar MBR-200. Em 1990, chegou à patente de tenente-coronel.

O MBR-200 esteve à frente da tentativa de golpe de Estado realizada em 4 de fevereiro de 1992, na chamada Operação Zamora. O golpe não foi bem-sucedido e Chávez foi preso.

Mais de uma vez Chávez declarou em público que o período na cadeia foi fundamental para a formação do chamado movimento bolivariano.

Em 1994, o presidente da Venezuela à época, Rafael Caldera, concedeu perdão a Chávez, mas proibiu este e outros participantes do MBR-200 de voltarem ao Exército. Era uma tentativa de impedir que o grupo organizasse outro golpe.

Morre aos 58 anos Hugo Chávez, presidente da Venezuela



O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, morreu na tarde desta terça-feira (5), aos 58 anos, na capital Caracas, após mais de um ano e meio de luta contra o câncer.

A morte ocorreu às 16h25 locais (17h55 de Brasília), segundo o vice-presidente Nicolás Maduro, herdeiro político de Chávez, que fez o anúncio em um pronunciamento ao vivo na TV.

"Às 16h25 locais (17h55 de Brasília) de hoje 5 de março, faleceu o comandante presidente Hugo Chávez Frías", disse Maduro, emocionado e cercado pelo ministério.



"Nesta dor imensa desta tragédia histórica que hoje toca a nossa pátria, nós chamamos todos os compatriotas, homens, mulheres de todas as idades, a ser vigilantes da paz, do respeito, do amor, da tranquilidade desta pátria", disse.

"Pedimos ao nosso povo para canalizar nossa dor em paz e tranquilidade. Suas bandeiras serão erguidas com honra e com dignidade", afirmou. "Vamos ser dignos herdeiros filhos de um homem gigante como foi e como sempre será na memória o comandante Hugo Chávez."

Chávez estava internado em um hospital militar na capital, Caracas. Na véspera, um boletim médico pessimista havia relatado uma piora no seu estado de saúde.

Ao fazer o anúncio nesta terça, o vice Maduro afirmou que mandou as Forças Armadas para as ruas, para garantir a segurança.

O clima da população na capital, Caracas, inicialmente era de apreensão e silêncio, à espera dos próximos acontecimentos. Após o anúncio da morte, uma grande confusão tomou as ruas.



A cúpula das Forças Armadas também apareceu na TV estatal, para jurar lealdade a Maduro e respeito à Constituição.

Com a morte de Chávez, A Constituição da Venezuela prevê a realização de novas eleições presidenciais no prazo de 30 dias.

Maduro, de 50 anos, é apontado como candidato quase certo. Ele deve enfrentar aHenrique Capriles, oposicionista derrotado por Chávez nas urnas em outubro.

Após o anúncio da morte de Chávez, Capriles adotou um tom conciliador e falou em união nacional.

Posse adiada
A luta contra o câncer havia impedido Chávez de tomar posse em 10 de janeiro, depois da reeleição obtida em outubro de 2012 para um terceiro mandato de seis anos.

Em janeiro, a Assembleia Nacional concedeu ao presidente uma permissão indefinida de ausência do país para tratar a doença, em Cuba, enquanto o Tribunal Supremo de Justiça autorizou que a posse de Chávez fosse adiada para quando ele tivesse condições de saúde.

A oposição protestou fortemente contra essas decisões, exigindo que o governo desse informações mais claras sobre o estado de saúde do líder e sobre se ele tinha condições de continuar no governo, e clamando por novas eleições se necessário.

O governo retrucava pedindo "tempo" e "respeito à privacidade" do Chávez convalescente e acusando a oposição de tentativas de desestabilização do governo.

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, disse que a morte de Chávez "deve encher de tristeza todos os latino-americanos".

Os presidentes do Uruguai, Jose Mujica, e da Bolívia, Evo Morales, aliados de Chávez, anunciaram que estão viajando para Caracas nas próximas horas.

Discurso agressivo
Horas antes de anunciar a morte de Chávez, Maduro havia feito um discurso agressivo na TV, em resposta aos crescentes boatos sobre o estado de saúde do presidente. Ele acusou os adversários políticos, EUA principalmente, de "conspiração" e disse que o presidente socialista enfrentava o momento "mais duro" desde sua última cirurgia.

O governo também anunciou a expulsão de dois adidos militares americanossupostamente envolvidos em "contatos não autorizados" com militares venezuelanos.

Após o anúncio da morte de Chávez, o presidente dos EUA, Barack Obama, divulgou nota dizendo que deseja um "novo relacionamento" construtivo com a Venezuela, rival aberta dos norte-americanos durante os governos de Chávez.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Uma equipe de reportagem da TV Gazeta foi agredida por cabos eleitorais do candidato derrotado à Prefeitura de Vila Velha

Uma equipe de reportagem da TV Gazeta foi agredida por cabos eleitorais do candidato derrotado à Prefeitura de Vila Velha Neucimar Fraga (PR) na noite deste domingo (28), no bairro Itaparica. O prefeito eleito foi Rodney Miranda (DEM), com 55,63% dos votos válidos.
A equipe de reportagem foi agredida ao chegar no comitê do PR para acompanhar o discurso do candidato derrotado. O repórter André Falcão e o cinegrafista Wagner Martins foram recebidos por simpatizantes de Neucimar com chutes e socos. O cinegrafista caiu desmaiado e foi ferido em uma perna. Martins foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o Cias da Unimed (o hospital central do plano de saúde), em Vitória.

Os cabos eleitorais alegaram que a Rede Gazeta manipulou os resultados da eleição em Vila Velha e, por isso, agrediram os profissionais. Equipes de outras emissoras que registravam a cena tiveram seus equipamentos destruídos pelo grupo de agressores.

Um médico que estava no momento da agressão prestou os primeiros atendimentos. Ele passa bem e realizava exames nesta noite. Os médicos decidiram mantê-lo no hospital em observação. O repórter André Falcão foi agredido, mas não se feriu.

Veja a apuração dos votos de Duque de Caxias


DUQUE DE CAXIAS 

  •  10 
  •  1.695
2º TURNO

% VÁLIDOSNº VOTOS
  • 482.637
  • 447.553 (92,73%)
  • 11.959 (2,48%)
  • 23.125 (4,79%)
  • 125.026 (20,57%)VEJA MAIS

Veja a apuração dos votos de Curitiba


CURITIBA 

  •  10 
  •  3.868
2º TURNO

% VÁLIDOSNº VOTOS
  • 1.054.583
  • 984.683 (93,37%)
  • 25.536 (2,42%)
  • 44.364 (4,21%)
  • 118.356 (10,09%)veja mais

Veja a apuração dos votos de Salvador


SALVADOR 

  •  20 
  •  4.507
2º TURNO

% VÁLIDOSNº VOTOS
  • 1.476.531
  • 1.341.599 (90,86%)
  • 36.579 (2,48%)
  • 98.353 (6,66%)
  • 405.013 (21,53%)VEJA MAIS

Veja a apuração dos votos de São Paulo


SÃO PAULO 

  •  58 
  •  23.684
2º TURNO

% VÁLIDOSNº VOTOS
  • 6.896.290
  • 6.096.488 (88,40%)
  • 299.224 (4,34%)
  • 500.578 (7,26%)
  • 1.722.880 (19,99%)  VEJA MAIS  

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Zito e Washington Reis poderão devolver mais de R$ 48 milhões à Prefeitura de Duque de Caxias segundo TCE


Dois prefeitos de Duque de Caxias correm o risco de devolver R$ 48,25 milhões aos cofres públicos. Segundo o Tribunal de Contas do Estado, o atual ocupante do cargo, José Camilo Zito dos Santos Filho (PP), e o deputado federal Washington Reis (PMDB), que o antecedeu, terão 30 dias para se explicar sobre uma série de irregularidades constatadas durante uma auditoria que analisou seus atos entre 2005 e 2009.
Devido às irregularidades já confirmadas, os dois foram multados em R$ 11.376. A decisão do TCE foi tomada por unanimidade a cinco dias das eleições, nesta terça-feira, com base no voto do conselheiro José Gomes Graciosa, relator do processo. O tribunal descobriu que a Locanty recebeu R$ 25,46 milhões a mais do que o devido entre janeiro de 2009 e abril de 2010 na gestão de Zito. A empresa cobrou R$ 97,84 milhões pelo contrato, mas o tribunal avaliou seu valor real em R$ 70,053 milhões.
Ao todo, Zito poderá devolver R$ 29.958.158,60.
Quanto à administração de Washington Reis, o TCE constatou que ele fez propaganda de sua gestão em 2008, contrariando a Lei Eleitoral 9.504, de 1997, pagando R$ 474,2 mil mensais a uma empresa de publicidade. Além disso, os técnicos encontraram 57 despesas não comprovadas em seu governo, entre 2005 e 2008.
Pelas irregularidades, o ex-prefeito poderá restituir R$ 18.301.322,74 ao tesouro municipal.
Zito e Reis também anteciparam ilegalmente recursos dos royalties do petróleo sem avisar o Tesouro Nacional. Caso não convençam os conselheiros em suas explicações, devolverão juntos, do próprio bolso, R$ 48,25 milhões. Caso o TCE fique satisfeito, a punição se limitará à multa de R$ 11.376. O prazo para se apresentarem corre a partir da publicação da decisão no Diário Oficial.
Procurado, Zito disse que a antecipação dos royalties foi feita por Reis — argumento não aceito pelo TCE. Sobre o contrato com a Locanty, afirma que o acordo foi feito com a Delta e estendido à empresa em seguida. Já Reis reclama da decisão às vésperas da eleição para prefeito — da qual ele e Zito são candidatos. Ele diz que a lei é falha ao permitir que o TCE multe ou condene gestores públicos nos dias que antecedem o pleito. Leia mais